domingo, 24 de outubro de 2010

AS DEUSAS DA ÍNDIA


Acabei de chegar da Argentina. Tinha pegado vários endereços na internet para praticar Yoga com algum professor de lá, mas infelizmente não deu. Pelo menos comprei um livro que estou lendo e gostando muito: "Cuando Dios era Mujer" do antropólogo Fernando Klein.
"Klein discute em um agradável e científico texto, os arquétipos associados com o Feminino Divino em antigas culturas, religiões e tradições indígenas ao redor do mundo. A análise da arqueologia, mitologia, as tradições populares, símbolos e imagens sacras , vai ajudar-nos a enxergar um mundo dominado pelo feminino, que em seguida, perdeu seu lugar para o poder masculino. http://www.mujeresysalud.com/servicios/libros/659-cuando-dios-era-mujer


No capítulo 7 ele fala das Diosas y Mitos en El Oriente, em 7.A. das Diosas de La India:
O livro está em espanhol, então traduzindo:
'Na Índia a palavra Devi significa "A Deusa" e denomina qualquer deusa e divindade do princípio feminino. Entre as mais importantes deusas se encontram:
* Durga, esposa de Shiva, que representa o poder do feminino em seus aspectos tanto destrutivos como benéficos; é representada cavalgando um tigre.

* Lakshmi, esposa de Víshnti e deusa da beleza, nascida da espuma do mar. É também a deusa da fortuna e abundância.
* Sarasvati, esposa de Brahma; é a deusa do conhecimento, da palavra, da escritura, das artes e ciencias; é a deusa dos estudantes, quem no dia da sua festa anual lhe rendem culto.

* Kali é esposa de Shiva. Seu nome segnifica: "A negra": é a energia primordial e a força destrutiva do tempo. Se trata de um divindade terrível, mas como Shiva, é também aniquiladora da ignorância. Se pode dizer que é a deusa da morte: destrói para manter o mundo em ordem, e nos Vedas é associada com Agni, representada com múltiplos braços.
* Ganga é a deusa do rio Ganges, uma das duas filhas de Meru (Hima-laia), a outra é Parvati consorte de Siva. Na Sua juventude, Ganga pediu a Indra (o senhor dos céus) um paraíso para tranqüilizar os deuses com suas águas frescas. A história de seus descendentes na Terra aparece brevemente em diferentes formas no Ramayana (no Bala-Kanda), onde Vishwamitra narra para o menino Rama). No Mahabharata (Aranya-Parva, onde Agastya narra para Rama), e nos Puranas. Estas histórias são datadas numa variada posição no tempo, entre 2.000 e 400 a.ne.
Sua montaria é um monstro marinho - Makara.

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